Verifique se qualquer página da web funciona bem em telefones — viewport, tamanho do texto, alvos de toque, layout responsivo e mais — com uma captura de tela móvel real. Sem login, basta colar uma URL.
O teste mobile friendly do ToolsPivot verifica se qualquer página funciona bem no celular e explica o motivo, com um veredito claro e uma pontuação de 0 a 100. A ferramenta analisa a URL ao vivo, aponta o que passou e o que falhou, mostra a correção de cada problema, gera uma captura de tela real do telefone e ainda traz os Core Web Vitals. Ela preenche a lacuna deixada quando o Google aposentou seu próprio Mobile-Friendly Test, entregando o resultado sem login e sem limite diário.
O teste de compatibilidade móvel é uma ferramenta gratuita que avalia como uma página se comporta em telas pequenas e devolve um veredito objetivo: compatível ou não. Ele reúne, em uma única análise, cinco sinais que um navegador de celular realmente enxerga (viewport, layout responsivo, plugins, tamanho do texto e largura do conteúdo), somados aos alvos de toque e aos Core Web Vitals medidos pelo Google. Diferente do antigo Mobile-Friendly Test do Google, descontinuado em dezembro de 2023, a ferramenta funciona hoje e analisa a página no ar, não uma versão em cache antiga.
A maior parte das alternativas gratuitas apenas coloca o seu site dentro da moldura de um telefone e chama isso de teste. A ferramenta vai além: verifica os sinais técnicos que determinam a experiência mobile e nomeia a correção exata de cada falha. Antes de rodar uma auditoria completa com o verificador de SEO, esse teste responde a pergunta mais direta de todas: essa página está pronta para o celular?
O teste combina uma análise própria do código com dados reais do PageSpeed Insights do Google. O processo é automático e leva alguns segundos por URL.
@media, imagens com srcset, fontes abaixo de 12 pixels e larguras fixas acima de 480 pixels que estourariam a tela.Se o PageSpeed Insights estiver lento ou indisponível no momento, a ferramenta ainda entrega o veredito com base nas verificações próprias, sem quebrar. O resultado de cada URL fica guardado por uma hora para deixar consultas repetidas instantâneas, e esse cache é limpo automaticamente depois. Para conferir o desempenho em profundidade, vale combinar com o verificador de velocidade de página.
A ferramenta examina os pontos que mais afetam a experiência de quem navega pelo celular, e cada um corresponde a um critério que o Google usa no mobile-first index. Alguns vêm da leitura do código, outros da medição real do Chrome via PageSpeed Insights.
@media no CSS e imagens com srcset ou picture.Cada item reprovado vem com uma recomendação prática. A ferramenta não só aponta o problema, mas diz o que mudar no código. Para inspecionar as meta tags que acompanham a página, use o analisador de meta tags, e para medir o peso do HTML, o verificador de tamanho de página.
O maior valor do teste está em transformar "acho que o site funciona no celular" em um diagnóstico concreto, com prova visual e correções nomeadas. Veja onde ele economiza tempo e evita perda de tráfego.
Alguns erros aparecem com frequência nos relatórios de compatibilidade móvel, e saber o que cada um significa acelera a correção.
Viewport não configurado. Esse é o erro mais grave e mais comum. Sem a meta tag viewport no cabeçalho do HTML, o navegador do celular renderiza a página como se fosse uma tela de desktop de 980 pixels, e tudo fica minúsculo. Adicionar essa única linha resolve o problema na maioria dos casos e costuma tirar a página da reprovação imediata.
Alvos de toque muito próximos. Links e botões colados uns nos outros causam toques acidentais. O padrão recomendado é pelo menos 48x48 pixels de área clicável com espaçamento entre elementos. Em CSS, isso se traduz em ajustes de padding e margin; se o menu de navegação é o problema, considere um menu recolhível para telas menores.
Texto muito pequeno para leitura. Fontes abaixo de 12 pixels são sinalizadas, mas mesmo 12 pixels já incomoda muita gente. Use 16 pixels como base para o corpo do texto e unidades relativas como rem no lugar de valores fixos, o que permite ao navegador escalar proporcionalmente.
Conteúdo mais largo que a tela. Imagens sem max-width: 100%, tabelas com largura fixa e iframes não responsivos são os culpados mais frequentes. Verifique se o CSS não define larguras absolutas para esses elementos. O verificador de proporção código-texto ajuda a encontrar HTML em excesso que pode estar inflando o layout, e o gerador de capturas de tela registra o antes e o depois da correção.
Flash ou plugins não suportados. Se o relatório aponta plugins incompatíveis, substitua Flash por HTML5 e vídeos por formatos nativos, como MP4 com codec H.264. Navegadores móveis não carregam Flash desde 2017. Depois de qualquer ajuste, rode o teste de novo, já que mudanças em CSS ou meta tags podem ter efeitos colaterais.
Os Core Web Vitals são o conjunto de métricas que o Google usa para medir a experiência real de carregamento, resposta e estabilidade de uma página. O relatório do teste mobile traz os três indicadores principais mais o FCP, todos medidos pelo PageSpeed Insights na versão mobile. Passar no critério de compatibilidade e ir bem nos Core Web Vitals são coisas complementares: a primeira garante que a página é usável no celular, a segunda garante que ela é rápida e estável.
O que cada métrica mede:
Como o Google indexa em modo mobile-first, os números do celular costumam ser piores que os do desktop, e são eles que importam para o ranking. Ver esses indicadores junto do veredito de compatibilidade dá uma leitura completa da saúde mobile da página em uma única tela.
Um teste de compatibilidade móvel parece técnico, mas beneficia perfis bem diferentes.
Dono de loja virtual no Mercado Livre ou Shopee. Você criou uma landing page fora do marketplace para divulgar promoções ou captar e-mails. Se essa página não funciona no celular, o investimento em tráfego pago se perde. Rode o teste antes de ativar qualquer campanha, porque a maioria dos cliques no WhatsApp e no Instagram vem de aparelhos móveis. Um relatório limpo significa que o dinheiro do anúncio vai para conversão, não para rejeição.
Freelancer de desenvolvimento web (PJ ou MEI). Antes de entregar um projeto, inclua o resultado do teste mobile no relatório final como comprovação de qualidade. Se o site foi construído em WordPress com tema responsivo, o teste confirma que a responsividade funciona na prática, não só na descrição do tema. Use o compressor de HTML para reduzir o peso do código e o verificador de links quebrados para fechar a entrega sem pendências.
Agência de marketing digital. No início de qualquer proposta de SEO, rode o teste nas cinco páginas mais visitadas do cliente. Se a maioria reprovar, você tem um argumento concreto para justificar o investimento em otimização. Combine com o verificador de compressão GZIP e o verificador de status do servidor para montar uma auditoria técnica completa.
Blogueiro ou produtor de conteúdo. A maior parte do tráfego de blogs vem de celulares. Se o template exibe pop-ups que cobrem a tela inteira no mobile, ou se as imagens dos posts estouram a largura, o leitor vai embora. Um teste rápido após cada atualização de tema ou plugin evita surpresas, e a marcação estruturada com o gerador de schema markup reforça a presença nas buscas.
Professor ou estudante de desenvolvimento web. Alunos podem testar projetos acadêmicos para validar se o CSS responsivo que escreveram realmente funciona em viewports móveis, com feedback imediato e sem precisar configurar emuladores locais.
Sim, é 100% grátis. Não existe limite de testes diários, não precisa de cadastro e nenhuma funcionalidade fica presa atrás de um plano pago. Você testa quantas URLs quiser, quando quiser.
Um site responsivo adapta o layout automaticamente a qualquer tamanho de tela usando media queries e unidades relativas no CSS. Mobile friendly é o resultado percebido: o site funciona bem no celular, com texto legível, botões clicáveis e sem rolagem horizontal. Um site pode ser responsivo e ainda assim reprovar se tiver fontes pequenas ou alvos de toque mal dimensionados.
Os Core Web Vitals são três métricas do Google que medem a experiência real da página: LCP (carregamento), INP (resposta a toques) e CLS (estabilidade visual). O relatório mostra esses valores mais o FCP e uma nota de desempenho, medidos pelo PageSpeed Insights na versão mobile. Eles indicam se, além de usável, a página é rápida e estável.
Não. O Google descontinuou a ferramenta Mobile-Friendly Test e o relatório de Usabilidade Móvel do Search Console em dezembro de 2023. Ferramentas de terceiros como a do ToolsPivot, o Lighthouse e o PageSpeed Insights assumiram essa função. A alternativa mais direta: cole a URL e veja o resultado.
Sim, a ferramenta testa qualquer URL pública. Profissionais de SEO usam isso para auditar sites de clientes ou analisar concorrentes, e não é necessário comprovar propriedade do domínio. O verificador de ranking de palavras-chave complementa essa análise competitiva.
Significa que o HTML da página não contém a meta tag viewport, que instrui o navegador sobre como dimensionar o conteúdo para telas móveis. Sem ela, o celular exibe a página como se fosse um desktop, com texto minúsculo e necessidade de zoom. Adicionar a tag no cabeçalho geralmente resolve.
A ferramenta lê o código-fonte HTML e os sinais responsivos da página, e complementa com a medição real do Chrome via PageSpeed Insights. Para aplicações que renderizam quase tudo em JavaScript, como SPAs em React ou Vue, o teste cobre os critérios principais, mas vale confirmar com o simulador de spider o que os robôs de busca conseguem ver.
Rode sempre que atualizar o tema, instalar um plugin novo, alterar CSS ou adicionar elementos ao layout, já que mudanças pequenas podem quebrar a responsividade. Uma verificação mensal de rotina é boa prática para blogs e lojas virtuais com atualizações frequentes.
A ferramenta busca apenas a página pública que você informa e exibe o resultado na tela. O resultado fica em um cache curto de uma hora para acelerar consultas repetidas e é removido automaticamente depois, o que mantém a análise alinhada a práticas de privacidade compatíveis com a LGPD.
O padrão aceito é 48x48 pixels de área clicável, com espaçamento suficiente entre elementos interativos. Botões menores que isso geram toques acidentais e frustram o usuário. O relatório sinaliza automaticamente os elementos que não atendem a esse critério, com base na medição do PageSpeed Insights.
Não. Compatibilidade móvel é um dos fatores de ranking, mas não o único. Velocidade, qualidade do conteúdo, perfil de backlinks e experiência do usuário também pesam, então passar no teste é condição necessária, não suficiente. Você pode acompanhar o perfil de links com o verificador de backlinks.
O Lighthouse faz uma análise ampla que inclui performance, acessibilidade e SEO, mas exige execução pelo Chrome DevTools ou linha de comando. Este teste é mais direto: cole a URL, clique e veja se o site passa ou reprova no critério mobile, já com captura de tela e Core Web Vitals. Para confirmar se as páginas estão sendo indexadas, use o verificador de indexação.