Veja instantaneamente seu endereço IP público, localização aproximada, provedor e detalhes da conexão. Tudo é executado no seu navegador, então seu IP nunca é registrado.
A geolocalização por IP associa seu IP à rede registrada do seu provedor, que pode ficar a uma cidade ou região de onde você realmente está. Nunca é seu endereço exato. Redes móveis, VPNs e faixas de IP recicladas a tornam menos precisa. Para corrigir, envie sua localização às bases de dados de geolocalização (MaxMind, Google, IPinfo).
O Meu IP do ToolsPivot mostra seu endereço IP público em IPv4 e IPv6, o provedor por trás dele, a localização aproximada e os detalhes completos da conexão no instante em que a página carrega. Tudo acontece dentro do seu navegador, então nenhum IP é gravado em servidor. Em vez de fingir uma precisão de rua que a tecnologia não entrega, a ferramenta nomeia sua operadora, desenha um raio de 12 km no mapa e explica por que o resultado pode apontar para outra cidade.
A ferramenta exibe quatro blocos de informação em uma única tela: identidade da conexão, rede, dispositivo e consulta livre. Cada campo vem de uma origem declarada, sem intermediários pagos e sem chaves de API.
A geolocalização por IP identifica onde a rede do provedor está registrada, não onde você está sentado. Quando a Vivo ou a Claro registra um bloco de endereços, ela informa uma cidade de referência para aquela faixa. Se o seu tráfego sai por um concentrador em Campinas, é Campinas que vai aparecer, mesmo que você more em Sorocaba.
Três fatores pioram o desvio no Brasil. Redes móveis (4G e 5G) roteiam o tráfego por gateways que podem estar a centenas de quilômetros do celular. Faixas de IPv4 recicladas entre operadoras carregam registros antigos nas bases de geolocalização por meses. E provedores regionais, muito comuns no interior, às vezes registram todo o bloco na capital do estado.
Se o resultado estiver muito distante, você pode corrigir o registro diretamente nas bases usadas pelo mercado, como MaxMind, IPinfo e Google. Elas aceitam correções de localização enviadas pelo titular da conexão. Nenhuma ferramenta de consulta, inclusive esta, tem poder de alterar o dado de origem.
CGNAT é uma segunda camada de tradução de endereços que a operadora usa para reaproveitar os poucos IPv4 que restam no mundo. A consulta de DNS ajuda a mapear os registros A e AAAA de um domínio, mas nada disso muda o fato de que, sob CGNAT, dezenas ou centenas de assinantes saem para a internet pelo mesmo IP público, distinguidos apenas pela porta de origem.
Como identificar. Se o endereço que o seu roteador recebe começa em 100.64 e vai até 100.127 (a faixa 100.64.0.0/10 definida pela RFC 6598), você está atrás de um CGNAT e não tem IP público dedicado. Consequência prática: portas abertas não funcionam, câmeras e servidores caseiros ficam inacessíveis de fora, e alguns jogos reclamam de NAT estrito.
O que muda no dia a dia:
O indicador é um sinal, não um veredito. A ferramenta não tem acesso a bancos de dados comerciais de detecção de proxy, então ela deriva a resposta de duas checagens feitas no seu próprio navegador, e mostra qual delas disparou.
Se qualquer um dos dois sinais disparar, a tela informa "provável VPN ou proxy" e exibe o motivo. Se nenhum disparar, ela informa que nada foi detectado. Uma VPN residencial bem configurada, com servidor no mesmo fuso e ASN de aparência doméstica, pode passar despercebida, e isso está declarado na própria interface. Para conferir se um site de destino é confiável antes de acessá-lo pela VPN, use o verificador de segurança de sites.
Planos residenciais brasileiros quase sempre entregam IP dinâmico, que muda quando o roteador reinicia ou quando a operadora decide. Anote o endereço exibido, desligue o roteador por cinco minutos, ligue de novo e consulte outra vez. Número diferente significa IP dinâmico.
IP fixo aparece com mais frequência em planos empresariais, onde hospedar sistemas, ERPs e câmeras exige um endereço estável. Quem depende de acesso remoto sem pagar por IP fixo costuma recorrer a DNS dinâmico, que associa um domínio ao endereço variável e atualiza o apontamento sozinho. O conversor de domínio para IP confirma se o apontamento está correto, e a consulta WHOIS mostra a quem o bloco de endereços pertence.
Contexto: Um profissional PJ precisa acessar o ERP da empresa contratante de casa.
Resultado: Acesso liberado em minutos, com a descoberta de que o IP é dinâmico e exigirá VPN corporativa.
Contexto: Uma agência exige que os freelancers acessem o painel do cliente por VPN com saída no Brasil.
Resultado: Vazamento de IP identificado antes de qualquer acesso ao painel do cliente.
Contexto: Um lojista do Mercado Livre não consegue autenticar na API de integração.
Resultado: A causa se revela um proxy de cache do provedor, e não a API do marketplace.
Contexto: Uma empresa com três lojas precisa mapear os IPs de saída de cada unidade.
Resultado: Regras de firewall aplicadas por unidade, com registro auditável de cada endereço.
No Brasil, o endereço IP entra no escopo da LGPD quando pode ser associado a outros dados capazes de identificar o titular, interpretação seguida pela ANPD. Isso não significa que ele seja secreto: todo site que você visita enxerga o seu IP por necessidade técnica. Significa que quem armazena esse dado precisa de base legal, prazo de retenção declarado e controle de acesso.
O Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) obriga provedores de conexão a guardar registros de conexão por um ano e provedores de aplicação a guardar registros de acesso por seis meses. Sob CGNAT, o IP sozinho não identifica ninguém, e por isso a discussão jurídica brasileira gira em torno da guarda da porta lógica de origem junto com o carimbo de tempo.
O ToolsPivot não guarda o seu IP. A consulta acontece no navegador e o resultado não é enviado a nenhum servidor da plataforma. Se o assunto for a exposição de dados em outros canais, o testador de privacidade de e-mail mostra quanta informação seus e-mails revelam, e o leitor de cabeçalhos HTTP expõe o que os servidores devolvem em cada requisição.
Sim, é gratuita e sem limite de consultas. Não há cadastro, e-mail ou instalação, porque toda a lógica roda no seu navegador usando serviços públicos de consulta.
Não, seu IP não é gravado em nenhum servidor da plataforma. As únicas saídas de rede são a consulta ao serviço de geolocalização, que recebe o IP para devolver a cidade, e os blocos de mapa do OpenStreetMap.
Porque sua conexão é apenas IPv4, sem pilha dupla ativa. A ferramenta consulta um endpoint exclusivo de IPv6 e, quando ele não responde, informa isso em vez de exibir um campo vazio.
Porque o IP aponta para o ponto de presença do seu provedor, não para o seu endereço. Redes móveis, faixas recicladas e registros desatualizados aumentam o desvio, o que é normal e esperado.
Significa que o navegador aplicou mDNS para mascarar o endereço interno do seu aparelho. É uma proteção de privacidade padrão em Chrome, Firefox e Edge atuais, não uma falha da consulta.
Se o endereço recebido pelo roteador estiver entre 100.64 e 100.127, você está sob CGNAT. Nesse caso, você compartilha o IP público com outros assinantes e não consegue abrir portas para acesso externo.
Não, ele é um indicador com o raciocínio à mostra. A checagem combina a diferença de fuso horário entre aparelho e IP com uma heurística sobre o nome da organização do ASN, e uma VPN bem configurada pode não disparar nenhum dos dois sinais.
O IP público identifica sua conexão na internet e é visível para qualquer site. O IP privado (como 192.168.0.10) identifica cada aparelho dentro da sua rede local, e a ferramenta exibe os dois quando o navegador permite.
Não, ele nunca aponta rua e número. Em capitais, a precisão costuma chegar ao nível de bairro ou região; em áreas com menos infraestrutura, aponta a cidade mais próxima com equipamento do provedor.
Consulte o IP com a VPN desligada, anote o endereço e o provedor, depois ligue a VPN e recarregue a página. Se IP, ASN e país mudaram para os do servidor contratado, a conexão está mascarada; se nada mudou, há vazamento. Para o passo seguinte, o catálogo de proxies gratuitos ajuda a testar rotas alternativas.
Sim, a caixa "consultar qualquer endereço IP" aceita qualquer IPv4 ou IPv6 e devolve localização aproximada, provedor, ASN e fuso horário. É a mesma consulta aplicada ao seu próprio endereço, útil para investigar um remetente ou um servidor.
Na maioria dos planos residenciais brasileiros, sim, porque a operadora entrega IP dinâmico. Reinicie o roteador, consulte de novo e compare: número diferente confirma o comportamento dinâmico.
Ele pode ser, quando associado a outros dados que permitam identificar o titular, seguindo a interpretação da ANPD. Provedores de conexão ainda são obrigados pelo Marco Civil da Internet a guardar registros de conexão por um ano.
Funciona em qualquer navegador de Android, iPhone ou tablet, com o layout adaptado a telas pequenas. Vale lembrar que redes móveis costumam apresentar localização menos precisa do que conexões fixas, e o verificador de força de senha é um bom complemento para quem revisa a segurança da conta do provedor.
A página já roda inteiramente sobre HTTPS, incluindo as chamadas aos serviços de geolocalização. Se você quiser auditar o certificado de outro domínio, o verificador de SSL faz essa checagem, e o verificador de hospedagem revela qual empresa mantém o servidor.