Gere números de cartão de teste válidos de Luhn para verificar formulários de pagamento e fluxos de checkout. Números falsos para desenvolvedores e QA, sem conta por trás deles, para que não possam ser cobrados.
Números gerados genericamente são rejeitados por verdadeiros sandboxes de pagamento. Para testar Stripe, PayPal e outros, use seus próprios cartões de teste publicados abaixo.
Sim, é legal: gerar números de cartões de teste é uma prática padrão, e processadores como Stripe e PayPal publicam os seus próprios. Não, você não pode comprar nada: esses números passam na verificação Luhn, mas não têm uma conta real por trás deles, então qualquer cobrança real é recusada. Tudo roda no seu navegador; nada é enviado para nós ou armazenado.
O gerador de cartão de crédito é uma ferramenta que cria números de cartão de teste válidos pelo algoritmo de Luhn para desenvolvedores e equipes de QA verificarem formulários de pagamento e fluxos de checkout. Cada número passa na checagem de formato (o mesmo checksum mod-10 que os bancos usam), mas não tem conta, saldo ou limite por trás dele, então qualquer transação real é recusada de imediato. Reconstruída na versão 2.0, a ferramenta do ToolsPivot gera registros completos em 10 bandeiras, em lote, com prefixo BIN próprio, modo de casos extremos e exportação direta para frameworks de teste.
A ferramenta produz números de cartão fictícios matematicamente válidos, junto com CVV correto por bandeira, data de validade futura, nome do titular e endereço de cobrança. Você escolhe a bandeira (ou uma mistura aleatória), a quantidade e o formato de saída, e a geração acontece 100% no seu navegador. Como as faixas de BIN se sobrepõem entre redes, cada número é regenerado até ser detectado corretamente na bandeira pedida, e o lote inteiro passa por uma remoção de duplicados. Quem precisa checar um número em vez de criar pode usar o validador de cartão de crédito como par direto desta ferramenta.
Desenvolvedores front-end e back-end, analistas de QA, freelancers que entregam lojas virtuais e estudantes de tecnologia são os públicos principais. O uso mais comum é popular formulários de checkout durante a integração com gateways como Mercado Pago, PagSeguro e Stripe, sem expor dados reais em ambiente de homologação.
Testar um checkout com um cartão de verdade gera risco de cobrança acidental, bloqueio por suspeita de fraude e problemas de conformidade com dados sensíveis. Com dados fictícios que passam na validação de formato, você roda o fluxo completo (aprovado, recusado, CVV errado, cartão vencido) sem mover um centavo e sem guardar nenhum PAN real no seu ambiente de staging.
Zero risco de cobrança: os números passam na validação de formato, mas não estão ligados a nenhuma conta bancária, então nenhuma transação real é concluída. Você testa o caminho feliz e os erros sem tocar em dinheiro de verdade.
Registro completo, não só o número: cada cartão vem com CVV, validade, nome e endereço de cobrança prontos para colar. Você não precisa inventar dados campo a campo nem recorrer a um gerador de endereço fictício à parte para preencher os campos obrigatórios.
Cobertura ampla de bandeiras: 10 redes disponíveis, incluindo esquemas modernos que a maioria dos concorrentes ignora, como a faixa 2-series da Mastercard, RuPay e Verve. Isso permite testar se o seu sistema identifica cada rede corretamente.
Geração em lote com de-duplicação: crie de 1 a 100 cartões de uma vez, sem repetições, ideal para popular massas de dados de teste automatizado.
Modo de casos extremos para QA: em vez de cartões válidos, gere cartões propositalmente quebrados (vencidos, com Luhn falho, tamanho errado ou CVV inválido) para checar se o seu tratamento de erro reage do jeito certo.
Privacidade por arquitetura: a geração roda inteiramente no navegador e nada é enviado a um servidor. Para equipes que seguem a LGPD, manter dados fora do servidor é mais seguro do que soluções que processam remotamente, e o cuidado se estende a campos de senha, que você pode reforçar com o verificador de força da senha.
Grátis e sem cadastro: abriu a página, gerou o cartão. Não há e-mail obrigatório, plano pago escondido nem limite de gerações por sessão.
Seleção de bandeira: escolha Visa, Mastercard, American Express, Discover, JCB, Diners Club, UnionPay, RuPay, Maestro, Verve ou uma mistura aleatória. Cada opção respeita os prefixos IIN oficiais da rede.
Validação pelo algoritmo de Luhn: todo número gerado passa no checksum mod-10, o mesmo que os processadores aplicam como primeira camada de verificação. Isso garante que o campo de formulário aceite o número antes de enviar ao gateway.
CVV correto por bandeira: a ferramenta atribui 4 dígitos para American Express e 3 para as demais redes, evitando o erro clássico de gerar um CVV de tamanho incompatível.
Prefixo BIN personalizado: informe qualquer prefixo e a ferramenta completa o número automaticamente, detectando a bandeira correspondente. Útil para simular um emissor específico em testes de roteamento por BIN.
Exportação para frameworks de teste: baixe o conjunto como fixture pronta para Playwright, Cypress ou Selenium (Python), além de Lista, CSV, JSON e formato delimitado por pipe. As fixtures colam direto no seu projeto de automação, sem conversão manual, o mesmo tipo de agilidade que você teria ao versionar um bloco no comparador de texto.
Prévia visual do cartão: o primeiro resultado aparece numa prévia colorida por bandeira, o que facilita a conferência a olho e a demonstração em apresentações ou documentação de projeto.
Copiar por cartão ou copiar tudo: cada linha do resultado tem um botão próprio, e há a opção de copiar o lote inteiro ou baixar em CSV e JSON.
Referência de sandbox integrada: um painel separado lista os cartões de teste oficiais de Stripe, PayPal, Adyen e Square, com botões de cópia, porque números genéricos são recusados por esses ambientes.
Dados fictícios completos de identidade: nome e endereço acompanham o número quando você marca esses campos, o que permite criar personas de teste, assim como você geraria senhas de teste com o gerador de senhas para completar o cadastro.
Compatível com QR e checkout móvel: se o fluxo de pagamento inclui um gerador de QR code, os cartões de teste cobrem a etapa de cartão enquanto você valida o restante do funil.
1. Escolha os parâmetros. Selecione a bandeira ou a mistura aleatória, a quantidade (de 1 a 100), os campos que quer incluir (CVV, validade, nome, endereço), o prefixo BIN opcional e o formato de saída.
2. Gere o lote. Para cada cartão, um prefixo válido é escolhido, o corpo é preenchido com dígitos aleatórios e o dígito verificador de Luhn é calculado. O lote é regenerado até detectar a bandeira certa e é limpo de duplicados.
3. Complete o registro. A ferramenta anexa CVV correto por bandeira, validade futura e, se você marcou, nome do titular e endereço de cobrança.
4. Ative o modo de casos extremos (opcional). Em vez de cartões válidos, gere cartões inválidos marcados com o motivo do defeito, para testar as mensagens de erro do seu sistema.
5. Exporte ou copie. Veja a prévia colorida, copie cartão a cartão, copie tudo ou baixe o conjunto no formato escolhido, incluindo as fixtures de Playwright, Cypress e Selenium.
A ferramenta é mais útil sempre que um sistema precisa receber dados de cartão sem que uma transação real aconteça. Isso cobre desde a validação de uma máscara de formulário até uma suíte de testes automatizados rodando centenas de checkouts por execução.
Integração de gateway: ao conectar Stripe, PagSeguro, Mercado Pago ou Cielo, use dados fictícios para validar formato, roteamento por bandeira e tratamento de resposta antes de trocar para as chaves de produção.
Testes automatizados em CI/CD: suítes de Cypress, Playwright e Selenium precisam de massa de dados estável a cada build, e cartões de teste evitam o risco de PCI de fixar PANs reais no repositório. Vincular um verificador de SSL ao pipeline ajuda a confirmar que o ambiente de staging está seguro.
Validação de máscara e detecção de bandeira: confirme se o campo formata corretamente Visa, Amex e as demais redes conforme o usuário digita.
Demonstração para cliente: preencher o checkout com um número fictício válido durante uma apresentação é mais profissional do que digitar uma sequência qualquer e ver um erro na tela.
Ensino e material didático: instrutores que explicam o algoritmo de Luhn ou a estrutura ISO/IEC 7812 têm exemplos compartilháveis sem risco de conformidade.
Testes de segurança e antifraude: valide se o sistema recusa números que passam no Luhn mas não têm conta real, e cheque camadas adicionais como AVS e 3D Secure. Antes disso, vale rodar um verificador de segurança de website no ambiente exposto.
Em cenários de carga, o modo em lote gera volumes altos de registros únicos em segundos, o que seria inviável de montar à mão.
Contexto: um freelancer entrega um e-commerce e precisa demonstrar o checkout ao cliente antes de publicar.
Processo:
Resultado: a demonstração roda sem erros de cartão e sem expor dados reais do cliente.
Contexto: uma equipe de QA em uma plataforma como Nuvemshop ou VTEX roda testes automatizados diários de compra.
Processo:
Resultado: cada execução recebe dados frescos e únicos, reduzindo testes frágeis por dados fixos.
Contexto: um estudante monta um formulário que valida cartões como exercício de bootcamp.
Processo:
Resultado: o projeto demonstra validação real de formato sem nenhum dado sensível.
Contexto: um time integra o cadastro de pagamento a um sistema com verificação de e-mail e endereço.
Processo:
Resultado: o fluxo de cadastro inteiro é exercitado de ponta a ponta em ambiente de teste.
Todo número de cartão segue a norma ISO/IEC 7812, que define uma estrutura lógica com significado em cada bloco de dígitos. Entender essa estrutura ajuda a interpretar o que a ferramenta entrega e a depurar validações no seu backend.
Os primeiros dígitos formam o BIN (Bank Identification Number), que identifica a rede e o emissor. Por isso Visa começa com 4 e Mastercard usa 51 a 55 ou a faixa mais recente de 2221 a 2720. Os dígitos do meio compõem o número da conta, e o último é o dígito verificador calculado por Luhn. Quando o resultado da fórmula é divisível por 10, o número passa. Ao configurar validações e marcação de dados com o gerador de schema markup, essa mesma lógica de estrutura vale a pena ter em mente.
| Bandeira | Prefixo (BIN) | Total de dígitos | Dígitos do CVV |
|---|---|---|---|
| Visa | 4 | 16 | 3 |
| Mastercard | 51-55 / 2221-2720 | 16 | 3 |
| American Express | 34 / 37 | 15 | 4 |
| Discover | 6011 / 644-649 / 65 | 16 | 3 |
| JCB | 3528-3589 | 16 | 3 |
A tabela serve de referência rápida ao configurar validações. Se o seu sistema rejeita um Amex de 15 dígitos porque espera 16, o defeito está na sua lógica, não no cartão, e a ferramenta ajuda a isolar exatamente esse tipo de bug.
Números gerados de forma genérica são recusados pelos sandboxes reais dos processadores, e isso é esperado. Stripe, PayPal, Adyen e Square publicam os próprios cartões de teste, que disparam respostas específicas de aprovação, recusa e autenticação dentro do ambiente deles.
Por isso a ferramenta do ToolsPivot traz um painel de referência com esses cartões oficiais e botões de cópia, para você não precisar caçar a documentação de cada gateway. A regra prática é simples: use os números gerados para validar o seu próprio formulário e as suas máscaras, e use os cartões oficiais do sandbox quando quiser simular a resposta da API do processador. Para pagamentos por Pix ou QR, o criador de código QR cobre a parte visual do teste.
Não. Os números são válidos apenas em formato (passam no algoritmo de Luhn), mas não estão ligados a nenhuma conta bancária, então qualquer transação é recusada pelo gateway. A ferramenta existe só para testes de software e fins educacionais.
Sim, é 100% grátis e sem cadastro. Não há limite por sessão, versão paga escondida nem e-mail obrigatório. Todas as bandeiras e recursos ficam abertos para qualquer pessoa.
A ferramenta cobre 10 redes: Visa, Mastercard, American Express, Discover, JCB, Diners Club, UnionPay, RuPay, Maestro e Verve. Cada uma segue os prefixos BIN e o tamanho de dígitos oficiais da rede.
Como orientação geral, gerar números de teste é uma prática padrão de desenvolvimento, e processadores como Stripe e PagSeguro publicam os seus próprios. O que configura crime é tentar usar esses números para fraude ou compra real. Você pode documentar essas restrições no seu serviço com o gerador de termos e condições.
O algoritmo de Luhn, ou mod-10, é uma fórmula de checksum criada por Hans Peter Luhn na IBM. Ele confere se um número de identificação está bem formado, somando e ajustando os dígitos para checar se o total é divisível por 10. Bancos e processadoras usam essa checagem como primeira camada de validação.
Os números passam na validação de formato, mas gateways como Stripe e PagSeguro têm cartões de sandbox próprios que disparam respostas específicas. Use os cartões gerados para validar o seu formulário e, para o sandbox do gateway, use o painel de referência da ferramenta ou a documentação oficial de cada processadora.
Não. A geração acontece inteiramente no navegador, sem enviar nada a servidores externos. Ao gerar um novo lote ou fechar a aba, os dados anteriores desaparecem, o que reforça a privacidade do processo.
É um modo que gera cartões propositalmente inválidos em vez de válidos. Cada cartão sai marcado com o defeito (vencido, Luhn falho, tamanho errado ou CVV incorreto) para você testar se o sistema trata cada erro do jeito certo.
Escolha o formato de saída correspondente antes de gerar, e a ferramenta entrega uma fixture pronta para colar no seu projeto. Também há saída em Lista, CSV, JSON e formato delimitado por pipe.
Sim. Informe o prefixo desejado no campo de BIN e a ferramenta completa o número automaticamente, detectando a bandeira correspondente. Isso é útil para simular um emissor específico em testes de roteamento.
Cada lote gera de 1 a 100 cartões, já sem duplicados. Você pode repetir a geração quantas vezes quiser, sem restrição por dia ou por IP, o que atende bem testes automatizados de volume alto.
No momento, não. A ferramenta cobre Visa, Mastercard, American Express, Discover, JCB, Diners Club, UnionPay, RuPay, Maestro e Verve. Para Elo e Hipercard, ferramentas brasileiras específicas oferecem essa opção.