Verifique se o seu domínio envia todos os visitantes para um único endereço canônico. Esta ferramenta testa os quatro pontos de entrada (http e https, com e sem www), rastreia cada salto de redirecionamento e informa em linguagem clara se eles chegam a uma URL segura, como os motores de busca esperam.
O verificador de redirecionamento www é uma ferramenta que testa se todos os endereços possíveis do seu site levam a uma única URL segura. Um mesmo domínio pode ser acessado por quatro portas de entrada diferentes: com e sem www, em http e em https. Quando essas quatro portas não convergem, o Google enxerga endereços distintos servindo o mesmo conteúdo, e a força do site se divide entre eles. A ferramenta da ToolsPivot testa as quatro de uma vez, mostra cada salto do caminho e entrega um veredito em português claro.
A ferramenta monta quatro URLs a partir do domínio que você digita e rastreia o caminho de cada uma até o destino final. Você informa apenas o host no campo "Domínio (www + HTTPS)", e a partir daí são construídas as combinações http://dominio.com.br, http://www.dominio.com.br, https://dominio.com.br e https://www.dominio.com.br. Cada uma é buscada salto a salto, com o redirecionamento seguido manualmente, o que permite registrar o código de cada etapa em vez de mostrar só onde tudo termina.
Quem mais usa a ferramenta são profissionais de SEO técnico, desenvolvedores e donos de sites que acabaram de mexer na infraestrutura. Agências rodam a verificação em massa antes de qualquer diagnóstico, e microempreendedores com hospedagem compartilhada descobrem, muitas vezes pela primeira vez, que o site responde igual nos dois endereços.
O problema é silencioso: nada quebra visualmente quando o redirecionamento está errado. O site abre nas duas versões, o visitante não percebe diferença e o dono também não. A consequência aparece nos bastidores, com backlinks apontando para endereços diferentes e o buscador dividindo os sinais. A verificação transforma esse ponto cego em uma lista objetiva de problemas.
O veredito resume tudo em uma palavra, e a lista de problemas explica o porquê. Aprovado significa que as quatro variantes chegam a um único endereço https por redirecionamento permanente. Precisa de ajustes aparece diante de um alerta, como uma cadeia com saltos desnecessários ou a ausência de HSTS. Reprovado indica problema crítico: duas variantes respondendo 200, um loop ou http que não sobe para https.
| Código | Tipo | O que significa para o seu site |
|---|---|---|
| 200 | Resposta direta | A página carregou sem redirecionar. Ideal apenas para a variante canônica. Duas ou mais respondendo 200 indica conteúdo duplicado. |
| 301 | Permanente | O endereço mudou em definitivo. É o código esperado para consolidar as variantes em uma só. |
| 308 | Permanente | Equivale ao 301 e preserva o método da requisição. Menos comum, igualmente válido. |
| 302 | Temporário | Sinaliza mudança provisória. Não serve para canonicalização, porque o buscador o interpreta como sinal fraco. |
| 307 | Temporário | Comporta-se como o 302 e preserva o método. Também inadequado para consolidação permanente. |
| Meta refresh ou JavaScript | Cliente | Funciona no navegador, mas depende de renderização. Um 301 no servidor é sempre mais forte. |
O cenário ideal é simples de reconhecer: três variantes respondendo 301 e apontando para a quarta, que responde 200 em https. Se o relatório mostra dois códigos 200, o site precisa de correção antes de qualquer outra otimização. Vale acompanhar o resultado com o verificador de indexação para conferir se o buscador já indexou as duas versões.
A verificação vale sempre que algo abaixo do conteúdo mudar, porque regras de redirecionamento quebram sem aviso e sem sintoma visível.
Um caso limite merece atenção: sites atrás de bloqueio de bots respondem de forma diferente a um verificador automatizado. Se o resultado não bate com o navegador, refaça o teste com a identificação de Googlebot.
Contexto: uma loja hospedada em provedor nacional instala o certificado e ativa o redirecionamento pelo painel.
Resultado: a loja adiciona uma regra permanente para o host preferido e passa a ter um único endereço por produto.
Contexto: um microempreendedor registra um domínio .com.br no Registro.br e contrata hospedagem compartilhada com painel padrão.
Resultado: o problema é resolvido na semana de lançamento, quando o custo de arrumar é praticamente zero.
Contexto: uma agência de marketing digital precisa priorizar correções técnicas em quinze contas.
Resultado: a triagem ganha registro documentado. Vale cruzar com a autoridade de domínio de cada conta para decidir onde o ganho é maior.
A correção acontece no servidor, e o método depende de onde o site roda. No Apache, comum em hospedagem compartilhada brasileira, a regra vai no arquivo .htaccess na raiz e combina duas condições, uma para o protocolo e outra para o host, terminando em um único redirecionamento permanente para o endereço escolhido. Faça uma cópia do arquivo antes de editar, porque um erro de sintaxe derruba o site inteiro. Se preferir gerar a regra pronta, o gerador de regras de redirecionamento monta o trecho para você.
No Nginx, o caminho é criar um bloco que escuta no host não preferido e devolve o código permanente para a versão canônica. No WordPress, ajustar o endereço em Configurações e Geral resolve boa parte das requisições, mas não substitui a regra no servidor. Em sites atrás de Cloudflare, a regra na borda tem prioridade e pode conflitar com a de origem, causa comum dos loops mais teimosos.
Um detalhe que muita gente esquece: a regra deve levar ao destino final em um único salto. Encadear uma regra de protocolo com outra de host cria dois saltos onde um bastaria, e isso aparece no relatório como cadeia. Depois de qualquer alteração, rode a verificação de novo e confirme o veredito com o verificador de velocidade ao lado.
Nenhum verificador enxerga tudo, e saber o que fica de fora evita conclusões erradas. A verificação parte de um único servidor e de um único momento. Se o seu site aplica regras diferentes por região ou se o problema é intermitente, o resultado pode não refletir o que acontece com um visitante em outro lugar.
Sites protegidos por CDN ou por filtro de bots podem responder 403 ou 429 para o verificador enquanto atendem normalmente um navegador comum. Nesse caso o relatório mostra o bloqueio, não a configuração real de redirecionamento, e a alternância para Googlebot serve justamente para expor essa diferença. O leitor de cabeçalhos HTTP ajuda a confirmar o que o servidor devolve em cada situação.
Há também uma questão de expectativa que vale esclarecer: escolher www ou sem www não muda posicionamento. O que pesa é a consistência, ou seja, escolher uma versão e mandar todo o resto para ela.
Por fim, a verificação cobre a raiz do domínio e o caminho que você informar no modo de rastreio único. Ela não varre o site inteiro procurando páginas internas com regras próprias. Para isso, o verificador de links quebrados e o simulador de rastreador cobrem ângulos complementares, e o gerador de sitemap ajuda a mapear o que existe.
Ele testa as quatro portas de entrada do seu domínio e verifica se todas chegam a um único endereço https por redirecionamento permanente. Cada variante é rastreada salto a salto, e o resultado final é um veredito de aprovado, precisa de ajustes ou reprovado, com a lista de problemas encontrados.
O 301 indica mudança permanente e é o código adequado para consolidar variantes de domínio. O 302 sinaliza mudança temporária, e o Google o trata como um sinal fraco, o que o torna inadequado para canonicalização. Se o relatório mostrar 302 nas variantes, a recomendação é trocar por 301.
Nenhuma das duas opções oferece vantagem de posicionamento sobre a outra. O que importa é escolher uma versão e redirecionar todas as outras para ela de forma permanente. Sites com muitos subdomínios às vezes preferem www pelo controle de cookies, mas isso é uma decisão técnica.
Porque significa que o mesmo conteúdo está disponível em dois endereços distintos, sem nada indicando qual é o principal. Os sinais se dividem entre as versões, e a ferramenta classifica isso como falha crítica.
Sim. Quando uma variante termina em uma página que responde 200, o cabeçalho do documento é lido em busca de meta refresh e de redirecionamento por JavaScript. Esses métodos funcionam no navegador, mas um redirecionamento no servidor é mais forte.
É quando uma URL passa por dois ou mais saltos antes de chegar ao destino final. Cada salto adiciona uma requisição extra antes de a página aparecer, e o Google trabalha com um limite de saltos que segue em uma mesma cadeia. O relatório mostra o número de saltos de cada variante para você identificar onde encurtar.
Ela guarda os endereços já visitados durante o rastreio e interrompe o processo quando um deles se repete. Há também um limite de dez saltos que encerra o percurso mesmo sem repetição exata.
Ela refaz a verificação identificando-se como o rastreador do Google em vez de um navegador comum. Isso expõe servidores que tratam bots de forma diferente, seja bloqueando, seja aplicando outras regras. Comparar os dois modos costuma explicar resultados contraditórios.
Sim, o modo em massa aceita até vinte domínios por execução. Cada linha traz o veredito resumido, o detalhe abre ao expandir e o conjunto sai em CSV.
Não. A verificação roda sem cadastro e sem chave de API, direto no navegador. A ferramenta faz parte do conjunto gratuito da ToolsPivot e está disponível em dezoito idiomas.
Porque a verificação parte do servidor da ToolsPivot, não da sua máquina, e ignora cache local, extensões e histórico de HSTS já registrado no seu navegador. Sites com CDN ou proteção contra bots também podem responder de forma diferente a um verificador automatizado. Nesses casos, teste com a identificação de Googlebot antes de tirar conclusões.
HSTS é um cabeçalho que instrui o navegador a acessar o site apenas por https nas próximas visitas. Sem ele, a primeira requisição de um visitante ainda pode sair em http antes de ser redirecionada, deixando uma janela insegura. A ausência entra como ponto a melhorar, não como falha crítica.
Sim, e a ferramenta compara os dois justamente por isso. Quando o redirecionamento leva a um endereço e a tag rel=canonical da página final declara outro, o buscador recebe instruções conflitantes. O gerador de marcação estruturada ajuda a manter o resto dos sinais da página coerente com essa escolha.